5 de jun de 2009

Dúvida existencial desta madrugada:



Será mesmo que os indianos da vida real ficam dançando assim pela casa?

7 comentários:

maria guimarães sampaio disse...

Leio nos jornais, ouço comentários sobre essa coisa indiana na Globo. Sem botar para rodar o youTube lendo seu comentário deduzo: só pode ser a novela daquela mulher dos zóio sapocado (esqueci o nome).

Lidi disse...

Bom, se eles dançam ou não dançam em casa, eu não sei. O que sei é que a minha primeira reação ao ler teu post foi: Nossa, uma hora da madruga e "essamenina" ainda estava acordada! (rs) Saí da internet, ontem, onze horas, te desejando boa-noite, pensando que você já ia dormir! (rs) Beijo, Renata!

Viviane Costa disse...

Que nada! Dá zero pra Globo, rs.

E gargalhadas com a "mulher dos zóio sapocado". Minha mãe acha ela linda, só pq tem aqueles olhos de hipotireoidismo tb, rs.

Bjs.

Bernardo Guimarães disse...

no marrocos tambem era assim; quero ver só quando a muié dos zóio sapocado ambientar uma novela na finlandia.

José Ricardo da Hora Vidal disse...

Sinceramente, eu tenho minhas sérias dúvidas de quem eles vivam dançando assim o tempo todo. Porém, vejamos o outro lado: Quantos indianos acham que brasileiros só vivem jogando futebol? Quantos nordestinos acham que os gaúchos vivem 24 horas vestidos de bombacha e poncho? Quantos cariocas e manauaras acham que a Bahia é um eterno carnaval? Quantos japoneses acham que bósquimanos, somalis e zulus são todos iguais, como se Àfrica fosse um bairro pobre de uma cidade? Infelizmente, um obra como a telenovela não permite um aprofundamento das diferenças culturais e ficamos apenas nos clichês. E da mesma forma que temos programas que reforçam os esteriótipos regionais do Brasil, também mantemos uma visão enviesada de outras culturas não-ocidentais. No final, achamos natural o comportamente da personagem Camila (Ísis Valverde), que casa com um indiano sem mostrar um mínimo interesse autêntico de conhecer a cultura do marido. Espero, pelo menos, que da mesma forma que "O Clone" permitiu a reedição da melhor tradução em português do Alcorão, que esta novela permita que se tragam boas traduções dos clássicos indianos como Ramayana, Mahabharata e as Puranas...

Victor Mascarenhas disse...

Dançando ou não dançando toda hora, com discussões profundas culturais, religiosas,sociológicas e tântricas à parte, se a novela é da mulher do zoio pocado, não deve ser boa coisa. Ao contrário do "O que não pode ser", que comecei a ler e estou gostando. Depois que terminar comento melhor.

Bjo,
Victor

cinepipocacult disse...

É, José Ricardo, seu comentário me lembrou o filme Orfeu Negro, de Marcel Camus. Baseado na peça de Vinícius de Moraes, o filme (ítalo-franco-brasileiro) mostra o carioca sambando em várias situações cotidianas. Os dois momentos mais ridículos: A barca chegando no Rio, com toda a tripulação sambando. Eurícide subindo o morro, com todos os moradores no caminho sambando...