31 de jul de 2009

Convite


29 de jul de 2009

Colega de profissões

Formatura de Suzanno:
30.07.09 no Centro de Convenções da Bahia

27 de jul de 2009

Como foi?


Definitivamente, não fazemos amigos: nós os reconhecemos pelo mundo. E, ainda no ônibus da ida para Jequié, tive a sorte de conhecer e reconhecer Nanai. Ela e Jonas, seu marido, foram grandes anfitrões e amigos, tornaram minha visita para Jequié muito especial. Fica aqui registrado meu agradecimento público.
Super gentis, José Inácio Vieira de Melo e Leonam Oliveira também não fizeram por menos. Ao lado de suas esposas, me apresentaram Jequié da melhor forma possível. Jamais participei de um evento tão organizado como o Travessia das Palavras. Era sábado, mas a Casa de Cultura Pacífico Ribeiro estava cheia. A platéia assistiu ao show do ótimo Trio Arguidá de maneira atenta e empolgada. Na hora da minha fala, o mesmo aconteceu. Entre perguntas e comentários, acabei conhecendo alguns dos leitores deste blog e fiquei feliz em constatar que o Vestígios é mesmo um meio de veiculação de informações e afeto. Nada pode me trazer mais alegria que isso.
Os livros foram todos vendidos e o lançamento acabou sendo um sucesso. Portanto, neste momento, apenas me resta dizer: Muito obrigada por tudo, Jequié! Foi, simplesmente, maravilhoso poder dividir minha literatura com você.
Mais notícias sobre o evento AQUI.

22 de jul de 2009

20 de jul de 2009










Oração ao Poderoso São José dos Raios


Oh, glorioso São José dos Raios,
Vós que sois um Santo por mim inventado,
Olhais por todos nós,
Mas protegeis em especial a Maria Sampaio
(Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e fazer o sinal da cruz)

18 de jul de 2009

Renata, who?


Eu estava, no aeroporto, toda atrapalhada com as malas. Mesmo assim, de repente, percebi que duas meninas(que deviam ter uns quinze, dezesseis anos) não paravam de olhar para mim. Devo dizer que, além de olhar, elas não disfarçavam suas risadas. Como ainda conservo os traumas do passado, me tornei tão adolescente quanto elas e comecei a me perguntar o que tinha de errado comigo. Minha roupa estava rasgada, suja? Minha calcinha estava aparecendo? Meu cabelo estava despenteado?
Após alguns minutos de tensão, uma delas se aproximou e disse:
- Somos suas fãs! E eu amei seu sapato!
Eu, desconcertada e feliz, agradeci os elogios e fiquei me perguntando se ela se referia aos meus livros ou ao Vestígios. Já estava constatando o poder da Internet e dos blogs, quando ela falou:
- Nossa, que vergonha! Me enganei! Foi mal! Pensei que você fosse aquela menina que fez Malhação...
Não sei quem é a tal atriz, até já pesquisei. Mas achei esse episódio tão engraçado que a pergunta e a camiseta foram inevitáveis: Renata, who?

17 de jul de 2009

O casamento mais lindo que já vi:

E que final de temporada maravilhoso!

14 de jul de 2009

O Som e a fúria


Há uma passagem em Macbeth (a peça "amaldiçoada") que diz que a vida "é uma história cheia de som e fúria, contada por um idiota e que não significa nada."

William Faulkner extraiu de tal frase o título de um dos seus grandes romances: O Som e a Fúria. E, para minha alegria, Fernando Meirelles também não envergonhou Shakespeare. Sua série Som & Fúria é, simplesmente, ótima.

Mas o post não tem por objetivo falar do livro ou da série. Quero tratar da frase. Eu sempre tentei combater uma certa tendência ao niilismo que tenho. Inventei um propósito para minha vida e prefiro acreditar que ela possui algum valor. Justamente por isso, ontem, fiquei perplexa e muito furiosa. Ao saber que o pai de Michael Jackson declarou que pensa em formar o Jackson 3 com os três filhos do falecido cantor, constatei: a passagem de Macbeth nunca foi tão apropriada para uma situação. Conto com a fúria e o bom senso do resto da família para impedir tal "som" e para mudar esta história que insiste em ser narrada por este idiota.

12 de jul de 2009

Uma aula sobre elegância


Hoje, tomei conhecimento do clima desconfortável que se instalou entre duas mulheres que admiro: a escritora Lygia Fagundes Telles e a atriz Maitê Proença. Tudo por conta do título "As meninas" que, segundo Lygia (autora de célebre romance com tal nome), foi "roubado" por Maitê, autora de uma peça homônima. Segundo o jornal Folha de São, Lygia declarou que a atitude de Maitê foi uma "safadeza" e que sua vontade era ir "à estreia dela no Rio, subir no palco e chamá-la de ladra."


Em resposta às declarações de Lygia, Maitê publicou, no jornal O Globo, um texto intitulado "Fica brava, não, Lygia", onde ela explica para o público todo o real contexto da desagradável situação de forma gentil, leve e generosa.


Não faz muito tempo, estava conversando com um amigo sobre outra polêmica literária: o suposto plágio cometido contra o escritor Moacyr Scliar. Nesta ocasião, não deixamos de exaltar a postura elegante do escritor brasileiro que, no texto "Um estranho incidente", comenta o assunto de maneira muito inteligente. Coerente com seus princípios artísticos, Moacyr conclui que " Literatura não é fonte de contentamento. Nem é coisa que possa ser feita pelo membro de um bloco. Ela é, essencialmente, um vício solitário. Isto não quer dizer que tenha de ser praticada numa isolada torre de marfim. A grande literatura inevitavelmente reflete o contexto social da época. Mas o faz como um sismógrafo, cuja agulha desloca-se como resposta a movimentos profundos. Espero que isso tenha acontecido, ao menos em parte, ao menos em pequena parte, com uma história chamada Max e os felinos. Todo o resto, francamente, não tem muita importância."


Lygia tem todo o direito de ter ficado aborrecida com o incidente. Repito: com o incidente. Jamais com Maitê, que tanto se esforçou para trocar o título de sua peça com o único intuito de não aborrecer a autora. Lygia foi deselegante? Sem dúvidas. Mas, sim, é verdade: não acertamos sempre. Declarações tempestuosas fazem parte da vida e temos que aprender a perdoar e nos perdoar por elas.


Na última semana, muito se falou do fraque branco com que se casou o jogador Alexandre Pato. Nos blogs de moda, chamaram o rapaz de "cafona" e sugeriram que ele procurasse a consultora Glória Kalil para ter aulas de elegância. Eu, neste momento, faço outra indicação: Moacyr Scliar. Este, sim, com certeza, é mestre no assunto. Copiar seu comportamento, com certeza, é um plágio que vale a pena.

11 de jul de 2009

Oscar Quiroga para Peixes em 11.07.09:


"O olhar intrépido é tudo que você precisa, porque este derrota o medo sem sequer deter-se a lidar com ele. O olhar intrépido apenas vê o que é fundamental, a continuação da vida em todo seu esplendor e graça. Nada mais."


Poeta ou profeta?
Em qualquer caso, eu apenas digo amém.

7 de jul de 2009

Um abajur cor de carne...




Alguns pensam que estou anotando as informações que estão sendo transmitidas. Outros acreditam que estou escrevendo contos ou algo do tipo. Eis a verdade: estou fazendo listas, meu principal vício. Segue a última:



Músicas que tocarão nas rádios para sempre:


1- Garota dourada. Pepeu Gomes. (Gente! Como assim “quero ser seu irmão, eu sou seu irmão- namorado“????!!!!)
2- Menina veneno. Ritchie. (Passei toda a infância procurando visualizar como seria o tal “abajur cor de carne“...).
3- Espanhola. Flávio Venturini. (Todo mundo com as mãos para cima! “Te amo espanhola, Te amo espanhola, Se for chorar, Te amo...”)
4- Eyes without a face. Billy Idol. (Sem comentários. Clássico da programação noturna das rádios).
5- Me chama. Lobão. (Nem sempre se vê, Lágrima no escuro, Lágrima no escuro, Lágrima!...)
6- Garotos ii. Leone. ( Trauma total. Eu morria de medo de um colega psicopata que ficava cantarolando perto de mim o refrão desta música.).
7- O amor e o poder. Rosana. (Somente eu acho a palavra “sedução” a mais cafona da língua portuguesa? Não, nada pode ser mais brega do que este início: “ A música na sombra, o ritmo no ar. Um animal que ronda no véu do luar. Eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão. Feito um amor que queima magia negra. Sedução“.).


Leitores queridos: aceito sugestões para a lista.

4 de jul de 2009

La mer

E eis que, num momento de pavor, teve o seu medo mitigado por uma interessante descoberta. Se morresse naquele lugar, naquele minuto, quem gostaria de pensar que foi? Uma personagem de Clarice, Simone, Marguerite Durás ou Françoise Sagan? Ou de Ingmar Bergman, Isabel Coixet, Woody Allen? Teria a Sofia Coppola sido aquela que mais representou na arte o seu mundo? Então, o que podia dizer das mulheres do Chico? Sim, a verdade é que era um pouco de tudo isso. Mas uma outra imagem tomava conta de sua mente e para sua surpresa parecia ser o veredicto. Teve até uma leve dificuldade de aceitar tal resultado, pois ele lhe parecia demasiado pueril e simples. Naquele momento de terror, constatou: gostaria de pensar que foi apenas uma personagem dos desenhos de Walt Disney. Usando um belíssimo vestido de festa, ao lado de seu marido. Bailando sem medo em direção à morte, num salão iluminado e infinito.

3 de jul de 2009

Terceiro Lançamento



ANINHA FRANCO, MARCOS DIAS E JOÃO FILHO
DÃO SEQUÊNCIA À COLEÇÃO CARTAS BAHIANAS
DIA 7 DE JULHO
NA LIVRARIA TOM DO SABER


Com o lançamento dos livros de Aninha Franco (As ceitas de Mme.Castro), Marcos Dias (Ananke) e João Filho (Ao longo da linha amarela), a coleção Cartas Bahianas, publicação da P55 edições, tem continuidade dia 7 de julho, terça-feira, das 19 às 22 horas, na Livraria Tom do Saber, (Rua João Gomes 249, Pirâmide do Rio Vermelho).