13 de mar de 2009


Quando eu era adolescente, vi um filme em que uma mulher, após cuidar anos sozinha de um pai inválido e ingrato, dizia para a irmã distante algo assim: Estes foram os melhores anos da minha vida. Pois eu sempre soube que o mais importante de tudo não é o quanto você é amado, mas o quanto você ama. E eu, apesar de todo este tempo de soilidão, sempre amei muito vocês.
Aos treze anos, essa afirmação me pareceu absurda, irreal. Hoje, aos vinte e sete, apesar do clichê, concordo em absoluto com tudo isso.
Um dia colorido para todos vocês também.

2 comentários:

Chorik disse...

Parabéns Renata! Deus ilumine o seu caminho, hoje e sempre!

Renata Belmonte disse...

Obrigadíssimo!